Gestor Turista pode prejudicar o desempenho da academia
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Gestor Turista pode prejudicar o desempenho da academia

 

Estamos falando daquele cuja permanência na academia é pouca ou escassa ou ainda, aquele que está na academia, mas não está ou porque possui outros negócios paralelos ou porque não entende do negócio ou ainda porque ganhou de presente. Isso acaba atrapalhando os processos e o desenvolvimento das pessoas, pois as decisões ficam à mercê de aprovação o que dificulta o direcionamento do negocio. Muitos empresários passam ou no final do dia ou poucas vezes por semana e, por mais que se tenham uma gestão mais participativa como um coordenador ou gerente, a palavra final fica dependendo do dono.

Ter alguém no seu pé, ou fazendo cobranças ou delegando tarefas, não é o melhor modelo de um gestor, porém, o contrário também não é saudável. Gestores ausentes ou turistas, sem liderança, podem prejudicar as rotinas diárias e até o desempenho da empresa e dos seus colaboradores.

Identificar um líder ausente não é tão difícil. Embora o perfil mude muito, de acordo com a empresa e a área de atuação, algumas características são bem comuns a eles, como explica a professora da Trevisan Escola de Negócios, Elaine Cristina Barbato Andrade. “Esses líderes ou são muito democráticos ou muito omissos, têm dificuldade na tomada de decisão e não são agentes de mudança organizacional”, afirma.

Sob o esse ponto de vista, pensando no negocio academia, não conseguem entender onde estão e onde podem chegar o que poderá ser fatal para a sobrevivência da empresa. Gestor turista abstém-se diante das dificuldades ou dos desafios o que o torna uma pessoa com pouca ou nenhuma opinião sobre as pessoas e o próprio negocio tornando-se inacessível à sua equipe.

Esconder-se atrás de um “pseudo” comportamento gerencial, reforçando a ideia de não quero problemas e sim soluções também não ajudará. Esse líder tem dificuldade para delegar, desenvolver e criar um nível de maturidade na equipe e nele mesmo. Centraliza, se sobrecarrega, desmotiva e infantiliza a equipe.

Alguns sintomas são muito comus:

Disponibilidade: é uma palavra de ordem e por isso, não se justifica não responder as reivindicações da equipe assim que elas aparecem. Ter uma agenda ajuda a administrar o tempo que é um recurso de gestão. Isso envolve responder e-mail de outras pessoas enquanto está em reunião na academia, mas não responder o e-mail das pessoas da academia ou nem lê-los, não se utilizar de tecnologia para atender a demanda do negocio e da equipe. Falta de comunicação não é desculpa em tempos de Skype, Smartphone, Secretária, facebook, Whatsapp. Estes recursos ajudam a responder as reivindicações da equipe sem roubar tempo seu tempo!

Insegurança: muitas vezes o gestor não quer mostrar que não está conectado com o negócio ou que não possui um plano de negócio e plano de ação. Abre uma academia porque é legal ou porque quer mudar de ramo. Ter vários negócios e ter a academia como mais um não demonstra empreendedorismo, para isso ele precisa gerir apoiado em pessoas colaboradoras capazes de conduzir a empresa e treinadas para isso!

Centralização: Não querer investir em capital humano e em processos facilitadores como sistemas operacionais que resolvem muito a vida de quem fica o tempo todo na academia, além dos treinamentos é querer crescer devagar ou não crescer. Essa postura engessa processos e pessoas e não permite crescimento.

Ser maleável: pode provocar confusões, pois existe uma confusão entre um líder que é bonzinho e aquele que tem um bom relacionamento interpessoal e lidera com inteligência emocional. Ser democrático pode deixar o ambiente agradável, mas a falta de pulso uma hora ou outra prejudicará o desempenho da equipe.

Medir e avaliar porque sua equipe não gera resultados, pode contribuir para o ajuste de gestão. Muitas vezes é aí que está o problema. Coaching podem mesmo ajudar e desenvolver um programa de qualificação tanto corporativo quanto individual para desenvolver as competências e conhecimentos necessários para que desenvolva uma liderança mais assertiva e motivadora.

Lembre-se: ser líder não é apenas lidar com as pessoas e gerir projetos. Liderança é um comportamento e não um cargo.

 

Cris Santos é Coach pela SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching, especialista em Gestão de Pessoas, Diretora da BrainFit – revitalização profissional. Graduada em Educação Física pela FEC, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício pela USP e MBA em Gestão de Pessoas pela FMU. É Analista DISC pela Success Tools e pela SLAC. Possui formação com Jogos e Dinâmicas pela KDP. Estudou Business Comunication no Autralian College.

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Cris Santos é Coach pela SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching, especialista em Gestão de Pessoas, Diretora da BrainFit – revitalização profissional. Graduada em Educação Física pela FEC, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício pela USP e MBA em Gestão de Pessoas pela FMU. É Analista DISC pela Success Tools e pela SLAC. Possui formação com Jogos e Dinâmicas pela KDP. Estudou Business Comunication no Autralian College. crissantos@brainfit.com.br www.brainfit.com.br

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